O livro de José Teixeira de Oliveira tornou-se um clássico da nossa
história pela monumental pesquisa de que resulta, pela fenomenal reunião de
informações e dados de nossa trajetória e também pela riqueza de referências
a outras obras que se dedicam ao mesmo assunto. Tratando-se de história
capixaba, o adjetivo enciclopédico cabe-lhe com inconteste justiça.
Por ocasião do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, a obra ganha a sua terceira edição, enriquecida
com Apresentação de Luiz Guilherme Santos Neves e Posfácio de João Eurípedes
Franklin Leal.
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(Capa do livro / Contra-capa)

O livro de Levy Rocha, cuja reedição honrosamente apresentamos aos capixabas, trata de uma viagem memorável. Certamente,de tocante memória ao imperador Pedro II, que deixou anotações e desenhos de sua expedição à província do Espírito Santo – exatamente a base da escritura desta obra. Mas, sem dúvida alguma, de fundamental memória para todos nós. Fundamental porque, ao permitir paralelos históricos, evidencia o quanto um povo pode mudar a sua realidade.
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Relato do emissário da Confederação Helvética, Johann Jakob von Tschudi, que esteve visitando os colonos suíços no Espírito Santo em fins de 1860. Tschudi produziu um relatório de cunho oficial no mesmo ano, publicado em língua francesa; integra a primeira parte do livro. A segunda parte é a tradução do capítulo referente ao Espírito Santo, sobre a mesma viagem, porém, com olhos de uma viajante estrangeiro, publicado entre 1866/69 em língua alemã, dentro da vastíssima obra sobre suas viagens pela América do Sul , Reisen durch Südamerika.
O livro também traz as primeiras fotografias do Espírito Santo que foram produzidas também no ano de 1860 pelo fotógrafo francês, Victor Frond, cuja identificação de autoria dos originais que se encontravam na Biblioteca Nacional só foi possível graças à informação contida na obra de Tschudi.
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Livro da historiadora
Nara Saletto.
Editado e
Impresso no Arquivo Público do Estado.
Biografias
de Vultos Históricos com fins didáticos. Obra baseada nos Documentos Manuscritos
Avulsos da Capitania do Espírito Santo
(1585 - 1822) - Documentos recebidos pelo Arquivo Público do
Estado, em julho de 1998, do Arquivo Ultramarino de Lisboa.

O presente catálogo contém
as ementas dos Documentos Avulsos da antiga Capitania do Espírito Santo,
que estão sob a guarda do Arquivo Histórico Ultramarino em Lisboa,
Portugal.
A documentação do Espírito
Santo está guardada em oito caixas, sendo o mais antigo datado de 1585 e
o mais recente de 1822, conforme o inventário realizado. O acervo é
composto de 549 conjuntos documentais que totalizam 2.917 fotogramas
distribuídos em sete rolos de microfilmes. Além de estar em bom estado
de conservação, depende apenas de correta leitura paleográfica pois, na
sua maioria, foi produzido no século XVIII.
Os documentos descritos no
catálogo iram proporcionar, aos pesquisadores e aos estudantes, farta documentação
político-administrativa, como: cartas, requerimentos, ofícios, troca de
correspondência entre autoridades portuguesas e seus representantes no
Brasil, além de informações alusivas ao tráfico de escravos, questões
judiciárias, militares e administrativas da colônia, num inventário
enriquecedor da nossa história.
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Publicação
realizada através da parceria Arquivo Público do Estado e Xerox.Edição
fac-similar em comemoração ao 100º aniversário do "Projecto de um
Novo Arrabalde" de Francisco Saturnino Rodrigues de Brito.
No mês de
maio 1896, o Dr. Moniz Freire, Presidente do Estado (assim se
chamavam, na época, os governadores) recebeu das mãos do jovem
engenheiro-sanitarista e urbanista, Saturnino de Brito, um extraordinário
projeto de criação de uma área de expansão para Vitória, orientada
para nordeste da cidade, onde se situavam as praias, até então desabitadas.
O "Relatório"
que acompanhou esse plano urbanístico é uma verdadeira preciosidade, da
qual só alguns poucos exemplares restaram, como o que serviu para esta
edição, do acervo do APEES. Nele Saturnino de Brito
nos encanta com uma admirável descrição pormenorizada do projeto urbanístico
que adotou e revela não apenas a sua competência, como também, a sua
visão do futuro ao destacar a importância da expansão urbana da capital
para preservar o sítio histórico que, infelizmente foi praticamente destruído
pelos governos posteriores.
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Carlo
Nagar expõe em seu relatório
a ferida da imigração: o drama de milhares de pessoas que, ludibriadas
por propagandas enganosas, que anunciavam o paraíso, aportaram na Canaã
espírito-santense, onde, ao desbravarem os sertões e as florestas,
fundaram vilas e cidades, transformando completamente o perfil demográfico
e sócio-cultural do povo capixaba.
Exatamente um
século após a sua publicação na Itália, esta edição realizada sob
os auspícios do Arquivo Público Estadual e traduzida
pela imigrante belunesa, Nerina Bortoluzzi Herzog, permite-nos,
ao refletirmos sobre o passado dos nossos avós e bisavós imigrantes,
indagarmos a respeito das contradições inerentes ao
processo de imigração e o seu drama social.
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